Projeto de Decreto Legislativo nº 13 de 2018
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Decreto Legislativo
Ano
2018
Número
13
Data de Apresentação
17/10/2018
Número do Protocolo
766
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 13/2018
Outras Informações
Apelido
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Objeto
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Concede a “Medalha de Honra ao Mérito Pato-branquense” ao Ilustríssimo Senhor José Argenta.
Indexação
JUSTIFICATIVA
José Argenta foi um dos sobreviventes dos 25.334 soldados escalados pela FEB para participar do conflito mundial. Foi um dos soldados presente no final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército alemão, que marcou fortemente a presença da Força Expedicionária Brasileira (FEB), no conflito da tomada de Monte Castello.
No dia 2 de julho de 1944, pouco antes do navio-transporte General Mann levantar âncoras do porto do Rio de Janeiro, com 5.075 soldados a bordo, Getúlio Vargas despediu-se dos “pracinhas” com as seguintes palavras: “Soldados da Força Expedicionária. O chefe do governo veio trazer-vos uma palavra de despedida, em nome de toda a nação. O destino vos escolheu para essa missão histórica de fazer tremular, nos campos de luta, o pavilhão auriverde. É com emoção que aqui vos deixo os meus votos de pleno êxito. Não é um adeus, mas um ‘até breve’, quando ouvireis a palavra da pátria agradecida”.
Ao retornarem da guerra, fazia 12 dias que Getúlio Vargas já não era mais presidente do Brasil. A promessa de que haveria uma “pátria agradecida” não foi cumprida. Os veteranos foram abandonados pelas autoridades civis e militares brasileiras, e a legislação de benefícios foi praticamente ignorada, explica seu José. Esta verdade os filhos ouviram da Mãe a vida inteira: “Getúlio Vargas não cumpriu a promessa de amparar os pracinhas brasileiros.” Não foi fácil a reintegração social dos veteranos do conflito mundial.
Sem nenhum preparo físico e emocional, com equipamentos ultrapassados e roupas inadequadas para os 20 graus negativos do inverno europeu, passaram por grandes dificuldades. José conta que viu, no campo de batalha, muitos soldados companheiros brasileiros morrerem de fome, frio e atingidos por estilhaços, clamando pela mãe. Diz que foi preciso ter sangue frio e equilíbrio emocional para suportar os momentos dramáticos da guerra mais sangrenta de todos os tempos. Sua participação, na arena das batalhas, marcou para sempre a vida do expedicionário.
Hoje, com 98 anos, é um herói de guerra que saiu de um pequeno município do Rio Grande do Sul e que suportou até 20 graus negativos de temperatura na Itália. Um herói que teve papel determinante para a PAZ MUNDIAL. José foi um soldado que acreditou no ideal de que, mesmo sob forte bombardeio inimigo, deveria permanecer forte e firme. É modelo de equilíbrio, sobriedade e firmeza, virtudes que, somadas ao extraordinário bom coração, permitiram orientar para a vida seus descendentes.
Seu José é conhecido por todos de seu meio (amigos, familiares e amigos dos filhos) como pessoa querida. É respeitado e admirado por uma legião de amigos que conquistou ao longo de sua vida. É um exemplo de vitalidade, perseverança, voluntariado, experiência de vida e vontade de viver. Admira a vida e seus mistérios e vive cada minuto com muita lucidez.
São essas as razões que, aliadas ao entusiasmo do nosso homenageado, motivaram a apresentação deste Projeto de Decreto Legislativo, que veio postular o consentimento dos nobres pares, no sentido da aprovação desta homenagem, que, por ser de merecimento, vai ao encontro dos valores profissionais, éticos, morais e sociais do senhor José Argenta.
Por fim, aplaudimos a honrosa vida da qual seu Argenta, com sabedoria e coragem, merece laurear tudo o que empregou para saudar a vida, a família e a Nação brasileira.
BIOGRAFIA DO SENHOR JOSÉ ARGENTA
José Argenta é filho de Sebastião Argenta e Ernilia Argenta e irmão de Silvino, Vitório, Primo, Carolina, Elvira, Dusolina, Josefina, Romilda, Rosalina. Nasceu no município de Guaporé, Rio Grande do Sul, no dia 28 de julho de 1920; descendente de agricultores humildes que plantavam para a sobrevivência da família. Sempre ao lado dos pais, com 12 anos de idade sofreu seu primeiro golpe: perdeu o pai.
Concluiu o então 1º Grau e, em 1939, com 18 anos de idade, alistou-se no 29º Grupo
de Artilharia de Campanha Autopropulsado – 29º GAC AP – Base Militar do Exército Brasileiro em Cruz Alta – RS.
Permaneceu nessa instituição até os 24 anos, quando foi convocado pela Força Expedicionária Brasileira (FEB), para constituir o primeiro escalão de soldados que viajariam para a Itália para combater na Segunda Guerra Mundial.
Em 1945 embarcou num trem em Cruz Alta e partiu rumo ao Rio de Janeiro. Para ele, a viagem foi bastante cansativa. “A gente não tinha nenhum conforto. Íamos sentados no assoalho do vagão, pois não havia bancos. Nas estações ferroviárias, no Rio Grande do Sul, éramos recebidos com festa, e nos serviam comida quente. Depois, acabaram as recepções calorosas e, na hora das refeições, quase sempre, recebíamos um sanduíche simples”, recorda. Chegando em São Paulo, trocamos de trem e prosseguimos para o Porto do Rio de Janeiro, de onde partiríamos para a Itália.
Após 11 meses e 4 dias na Itália, retornou para o Brasil. Embarcou no porto de Nápoles, no dia 12 de agosto de 1945, a bordo do navio transatlântico SS Marisposa – USA, chegando ao Brasil dia 22 de agosto de 1945, no mesmo porto do Rio de Janeiro, de onde partiu para a Itália. José recorda do calor que era ficar no compartimento interno do navio, confinado no alojamento onde não podiam subir no convés, e tomavam banho de água salgada.
José, com apenas 25 anos de idade recém completados, retornou para sua pátria seis dias antes de a primeira bomba atômica ser arremessada pelos Estados Unidos na cidade japonesa de Hiroshima. Nove dias depois, outra bomba atômica – a Fat Man – caiu sobre Nagasaki. Eram os últimos atos de uma batalha que insistia continuar pelos lados do Pacífico. Na Europa, os conflitos cessaram em maio daquele ano. De setembro de 1939 a agosto de 1945, a guerra ceifou a vida de cerca de 55 milhões de pessoas. Foi a guerra em que mais pessoas morreram em toda História da humanidade.
Após o desembarque no Brasil, permaneceu no Rio de Janeiro por mais três meses, até dar baixa do Exército, quando retornou para sua querência amada – Vista Alegre, RS, onde continuou trabalhando na agricultura.
Com 27 anos, no dia 12 de setembro de 1947, casou-se com Thereza Balestrin e permaneceu morando em Vista Alegre, no Rio Grande do Sul, durante alguns anos e nasceram lá três filhos: Miranda, Sérgio e Celito Argenta.
Com desejo intenso de desbravar territórios desconhecidos e sonhar com novos horizontes, partiu do Rio Grande do Sul com sua esposa e filhos e fixou residência em Santo Antônio, no Sudoeste do Paraná, divisa com o município de San Antônio, Província de Misiones – Argentina. Aí nasceram mais cinco filhos: Terezinha, Maria Inez, Rosemana, Cesar e Suzete Argenta. Oito filhos enchiam a casa dos Argenta. Continuou como agricultor e, como conhecia o ofício da carpintaria, executou diversos trabalhos em madeira, principalmente na área da construção civil. Levantou muitas residências e igrejas no município, que perduraM até os dias de hoje. Alguns anos após, deixou de ser carpinteiro e encontrou outro ofício para prover o lar. Comprou um armazém de secos e molhados. Com o passar dos anos, José e Thereza, conscientes das limitações do pequeno município, sentiam que teriam que encontrar outra localidade que pudesse oferecer novos horizontes para seus filhos. Nenhum pai ou mãe quer que seus filhos passem dificuldades na vida. Pensando neles, tomaram a decisão de mudar-se para Pato
Branco, Paraná, pois tinham sido informados de que o município estava em franco desenvolvimento e teria melhores oportunidades de emprego e de continuidade aos estudos dos filhos.
Ao chegar em Pato Branco, José Argenta tratou de se colocar no mercado e foi trabalhar no Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), órgão de pesquisa que dá embasamento tecnológico às políticas públicas de desenvolvimento rural do Estado do Paraná.
Trabalhou em um campo de pesquisa, localizado em a 12 km do centro da cidade, como ajudante de pesquisa em grãos. Ali permaneceu de 1970 a 1976. Sua companheira de vida sempre lutou e buscou os direitos do marido por sua participação na Segunda Guerra Mundial. Brava e guerreira, tomou a iniciativa de ir buscar, no Exército da capital paranaense, a aposentadoria da qual o marido tinha direito e que não tinha sido formalizada. Embarcou para Curitiba e lá enfrentou todos os trâmites legais para que a aposentadoria do seu marido fosse aprovada.
Somente em 1972 José foi aposentado pelo Exército brasileiro e passou a usufruir da remuneração como servidor público, por ter prestado serviços à Nação Brasileira.
José Argenta foi um dos sobreviventes dos 25.334 soldados escalados pela FEB para participar do conflito mundial. Foi um dos soldados presente no final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército alemão, que marcou fortemente a presença da Força Expedicionária Brasileira (FEB), no conflito da tomada de Monte Castello.
No dia 2 de julho de 1944, pouco antes do navio-transporte General Mann levantar âncoras do porto do Rio de Janeiro, com 5.075 soldados a bordo, Getúlio Vargas despediu-se dos “pracinhas” com as seguintes palavras: “Soldados da Força Expedicionária. O chefe do governo veio trazer-vos uma palavra de despedida, em nome de toda a nação. O destino vos escolheu para essa missão histórica de fazer tremular, nos campos de luta, o pavilhão auriverde. É com emoção que aqui vos deixo os meus votos de pleno êxito. Não é um adeus, mas um ‘até breve’, quando ouvireis a palavra da pátria agradecida”.
Ao retornarem da guerra, fazia 12 dias que Getúlio Vargas já não era mais presidente do Brasil. A promessa de que haveria uma “pátria agradecida” não foi cumprida. Os veteranos foram abandonados pelas autoridades civis e militares brasileiras, e a legislação de benefícios foi praticamente ignorada, explica seu José. Esta verdade os filhos ouviram da Mãe a vida inteira: “Getúlio Vargas não cumpriu a promessa de amparar os pracinhas brasileiros.” Não foi fácil a reintegração social dos veteranos do conflito mundial.
Sem nenhum preparo físico e emocional, com equipamentos ultrapassados e roupas inadequadas para os 20 graus negativos do inverno europeu, passaram por grandes dificuldades. José conta que viu, no campo de batalha, muitos soldados companheiros brasileiros morrerem de fome, frio e atingidos por estilhaços, clamando pela mãe. Diz que foi preciso ter sangue frio e equilíbrio emocional para suportar os momentos dramáticos da guerra mais sangrenta de todos os tempos. Sua participação, na arena das batalhas, marcou para sempre a vida do expedicionário.
Hoje, com 98 anos, é um herói de guerra que saiu de um pequeno município do Rio Grande do Sul e que suportou até 20 graus negativos de temperatura na Itália. Um herói que teve papel determinante para a PAZ MUNDIAL. José foi um soldado que acreditou no ideal de que, mesmo sob forte bombardeio inimigo, deveria permanecer forte e firme. É modelo de equilíbrio, sobriedade e firmeza, virtudes que, somadas ao extraordinário bom coração, permitiram orientar para a vida seus descendentes.
Seu José é conhecido por todos de seu meio (amigos, familiares e amigos dos filhos) como pessoa querida. É respeitado e admirado por uma legião de amigos que conquistou ao longo de sua vida. É um exemplo de vitalidade, perseverança, voluntariado, experiência de vida e vontade de viver. Admira a vida e seus mistérios e vive cada minuto com muita lucidez.
São essas as razões que, aliadas ao entusiasmo do nosso homenageado, motivaram a apresentação deste Projeto de Decreto Legislativo, que veio postular o consentimento dos nobres pares, no sentido da aprovação desta homenagem, que, por ser de merecimento, vai ao encontro dos valores profissionais, éticos, morais e sociais do senhor José Argenta.
Por fim, aplaudimos a honrosa vida da qual seu Argenta, com sabedoria e coragem, merece laurear tudo o que empregou para saudar a vida, a família e a Nação brasileira.
BIOGRAFIA DO SENHOR JOSÉ ARGENTA
José Argenta é filho de Sebastião Argenta e Ernilia Argenta e irmão de Silvino, Vitório, Primo, Carolina, Elvira, Dusolina, Josefina, Romilda, Rosalina. Nasceu no município de Guaporé, Rio Grande do Sul, no dia 28 de julho de 1920; descendente de agricultores humildes que plantavam para a sobrevivência da família. Sempre ao lado dos pais, com 12 anos de idade sofreu seu primeiro golpe: perdeu o pai.
Concluiu o então 1º Grau e, em 1939, com 18 anos de idade, alistou-se no 29º Grupo
de Artilharia de Campanha Autopropulsado – 29º GAC AP – Base Militar do Exército Brasileiro em Cruz Alta – RS.
Permaneceu nessa instituição até os 24 anos, quando foi convocado pela Força Expedicionária Brasileira (FEB), para constituir o primeiro escalão de soldados que viajariam para a Itália para combater na Segunda Guerra Mundial.
Em 1945 embarcou num trem em Cruz Alta e partiu rumo ao Rio de Janeiro. Para ele, a viagem foi bastante cansativa. “A gente não tinha nenhum conforto. Íamos sentados no assoalho do vagão, pois não havia bancos. Nas estações ferroviárias, no Rio Grande do Sul, éramos recebidos com festa, e nos serviam comida quente. Depois, acabaram as recepções calorosas e, na hora das refeições, quase sempre, recebíamos um sanduíche simples”, recorda. Chegando em São Paulo, trocamos de trem e prosseguimos para o Porto do Rio de Janeiro, de onde partiríamos para a Itália.
Após 11 meses e 4 dias na Itália, retornou para o Brasil. Embarcou no porto de Nápoles, no dia 12 de agosto de 1945, a bordo do navio transatlântico SS Marisposa – USA, chegando ao Brasil dia 22 de agosto de 1945, no mesmo porto do Rio de Janeiro, de onde partiu para a Itália. José recorda do calor que era ficar no compartimento interno do navio, confinado no alojamento onde não podiam subir no convés, e tomavam banho de água salgada.
José, com apenas 25 anos de idade recém completados, retornou para sua pátria seis dias antes de a primeira bomba atômica ser arremessada pelos Estados Unidos na cidade japonesa de Hiroshima. Nove dias depois, outra bomba atômica – a Fat Man – caiu sobre Nagasaki. Eram os últimos atos de uma batalha que insistia continuar pelos lados do Pacífico. Na Europa, os conflitos cessaram em maio daquele ano. De setembro de 1939 a agosto de 1945, a guerra ceifou a vida de cerca de 55 milhões de pessoas. Foi a guerra em que mais pessoas morreram em toda História da humanidade.
Após o desembarque no Brasil, permaneceu no Rio de Janeiro por mais três meses, até dar baixa do Exército, quando retornou para sua querência amada – Vista Alegre, RS, onde continuou trabalhando na agricultura.
Com 27 anos, no dia 12 de setembro de 1947, casou-se com Thereza Balestrin e permaneceu morando em Vista Alegre, no Rio Grande do Sul, durante alguns anos e nasceram lá três filhos: Miranda, Sérgio e Celito Argenta.
Com desejo intenso de desbravar territórios desconhecidos e sonhar com novos horizontes, partiu do Rio Grande do Sul com sua esposa e filhos e fixou residência em Santo Antônio, no Sudoeste do Paraná, divisa com o município de San Antônio, Província de Misiones – Argentina. Aí nasceram mais cinco filhos: Terezinha, Maria Inez, Rosemana, Cesar e Suzete Argenta. Oito filhos enchiam a casa dos Argenta. Continuou como agricultor e, como conhecia o ofício da carpintaria, executou diversos trabalhos em madeira, principalmente na área da construção civil. Levantou muitas residências e igrejas no município, que perduraM até os dias de hoje. Alguns anos após, deixou de ser carpinteiro e encontrou outro ofício para prover o lar. Comprou um armazém de secos e molhados. Com o passar dos anos, José e Thereza, conscientes das limitações do pequeno município, sentiam que teriam que encontrar outra localidade que pudesse oferecer novos horizontes para seus filhos. Nenhum pai ou mãe quer que seus filhos passem dificuldades na vida. Pensando neles, tomaram a decisão de mudar-se para Pato
Branco, Paraná, pois tinham sido informados de que o município estava em franco desenvolvimento e teria melhores oportunidades de emprego e de continuidade aos estudos dos filhos.
Ao chegar em Pato Branco, José Argenta tratou de se colocar no mercado e foi trabalhar no Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), órgão de pesquisa que dá embasamento tecnológico às políticas públicas de desenvolvimento rural do Estado do Paraná.
Trabalhou em um campo de pesquisa, localizado em a 12 km do centro da cidade, como ajudante de pesquisa em grãos. Ali permaneceu de 1970 a 1976. Sua companheira de vida sempre lutou e buscou os direitos do marido por sua participação na Segunda Guerra Mundial. Brava e guerreira, tomou a iniciativa de ir buscar, no Exército da capital paranaense, a aposentadoria da qual o marido tinha direito e que não tinha sido formalizada. Embarcou para Curitiba e lá enfrentou todos os trâmites legais para que a aposentadoria do seu marido fosse aprovada.
Somente em 1972 José foi aposentado pelo Exército brasileiro e passou a usufruir da remuneração como servidor público, por ter prestado serviços à Nação Brasileira.
Observação
Recebeu a Medalha no dia 23 de novembro de 2018. Acesse o link: https://sapl.patobranco.pr.leg.br/sessao/223
Faleceu no dia 17 de junho de 2020, aos 99 anos de idade.
https://diariodosudoeste.com.br/pato-branco/morre-aos-99-anos-jose-argenta/
Faleceu no dia 17 de junho de 2020, aos 99 anos de idade.
https://diariodosudoeste.com.br/pato-branco/morre-aos-99-anos-jose-argenta/
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