Projeto de Lei Ordinária nº 204 de 2022
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2022
Número
204
Data de Apresentação
25/11/2022
Número do Protocolo
3333
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 204/2022
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
Denomina via pública de “Celestina Bortot”.
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Denomina via pública de “Celestina Bortot”.
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina via pública de “Celestina Bortot”.
Indexação
(via pública localizada no Loteamento Jardim Carmela, Bairro Vila Isabel, no Município de Pato Branco, Paraná)
Observação
BIOGRAFIA CELESTINA BORTOT
Nascida em 25/09/1926 em Pain Filho/RS. Filha de Pedro Bortot e Carmela Dalla Corte. Em 1930, junto com seus pais e irmãos, deixaram Pain Filho no Rio Grande do Sul com destino ao Paraná, para instalar-se em Pato Branco, na região hoje conhecida como Bairro Bortot, numa área de aproximadamente 200 alqueires.
Eram 11 filhos nascidos no RS: Severino, Eleutério, Abel, Ludovico, Ludovina, Rosa, Amélia, Celestina, Izabel, Ermelinda e Marina. Já em Pato Branco, tiveram mais 2 filhos, que são: Setembrino e Graciolina.
Quando chegaram em Pato Branco, era a Vila de Bom Retiro, município que pertencia a Clevelândia. O nome mais adiante foi mudado para Vila Nova e depois para Pato Branco. A família possui documentos de quando Vila Nova fazia parte do Território Federal do Iguaçu.
Pedro Bortot instalou a primeira serraria e o primeiro moinho colonial, e a família foi a primeira de origem italiana a se radicar no município de Pato Branco. Possuía também uma sortida loja que vendia tecidos,alimentos, medicamentos, etc.
Celestina casou-se com Octávio Zeferino Merlin em 02/02/1946, onde tiveram 1 filha: Marli Salet Merlin Burin.
Gostava muito de trabalhos manuais, fazendo lindos crochês para enfeitar sua casa e presentear seus entes queridos.
Foi pioneira no transporte de cargas, através de carroções puxados por parelhas de animais que levavam mercadorias (banha, charque, produtos agrícolas) até União da Vitória e traziam sal, açúcar, tecidos, medicamentos, etc. e posteriormente este transporte foi feito por caminhão adquirido pela família.
Foi também pioneira no transporte de passageiros em ônibus com a linha que fazia a rota Pato Branco-Barracão, passando por Campo-Erê, sendo Barracão naquela época uma cidade de destaque como centro comercial, devido a facilidade de importação de produtos argentinos inexistentes no Brasil.
Celestina sempre ajudou seu pai nas atividades da família, ajudando nas tarefas cotidianas, sustento de sua família e participação na Igreja, no Apostolado dDa Oração, e sempre ajudando as pessoas necessitadas.
Falecida em 21/12/1990, de tromboembolismo pulmonar e aritmia cardíaca em Pato Branco/Pr.
Nascida em 25/09/1926 em Pain Filho/RS. Filha de Pedro Bortot e Carmela Dalla Corte. Em 1930, junto com seus pais e irmãos, deixaram Pain Filho no Rio Grande do Sul com destino ao Paraná, para instalar-se em Pato Branco, na região hoje conhecida como Bairro Bortot, numa área de aproximadamente 200 alqueires.
Eram 11 filhos nascidos no RS: Severino, Eleutério, Abel, Ludovico, Ludovina, Rosa, Amélia, Celestina, Izabel, Ermelinda e Marina. Já em Pato Branco, tiveram mais 2 filhos, que são: Setembrino e Graciolina.
Quando chegaram em Pato Branco, era a Vila de Bom Retiro, município que pertencia a Clevelândia. O nome mais adiante foi mudado para Vila Nova e depois para Pato Branco. A família possui documentos de quando Vila Nova fazia parte do Território Federal do Iguaçu.
Pedro Bortot instalou a primeira serraria e o primeiro moinho colonial, e a família foi a primeira de origem italiana a se radicar no município de Pato Branco. Possuía também uma sortida loja que vendia tecidos,alimentos, medicamentos, etc.
Celestina casou-se com Octávio Zeferino Merlin em 02/02/1946, onde tiveram 1 filha: Marli Salet Merlin Burin.
Gostava muito de trabalhos manuais, fazendo lindos crochês para enfeitar sua casa e presentear seus entes queridos.
Foi pioneira no transporte de cargas, através de carroções puxados por parelhas de animais que levavam mercadorias (banha, charque, produtos agrícolas) até União da Vitória e traziam sal, açúcar, tecidos, medicamentos, etc. e posteriormente este transporte foi feito por caminhão adquirido pela família.
Foi também pioneira no transporte de passageiros em ônibus com a linha que fazia a rota Pato Branco-Barracão, passando por Campo-Erê, sendo Barracão naquela época uma cidade de destaque como centro comercial, devido a facilidade de importação de produtos argentinos inexistentes no Brasil.
Celestina sempre ajudou seu pai nas atividades da família, ajudando nas tarefas cotidianas, sustento de sua família e participação na Igreja, no Apostolado dDa Oração, e sempre ajudando as pessoas necessitadas.
Falecida em 21/12/1990, de tromboembolismo pulmonar e aritmia cardíaca em Pato Branco/Pr.
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