Projeto de Lei Ordinária nº 29 de 2018

Identificação Básica

Tipo de Matéria Legislativa

Projeto de Lei Ordinária

Ano

2018

Número

29

Data de Apresentação

19/02/2018

Número do Protocolo

 

Tipo de Apresentação

Escrita

Numeração

  • 29/2018

Outras Informações

Apelido

 

Dias Prazo

 

Matéria Polêmica?

 

Objeto

 

Regime Tramitação

Regime Normal

Em Tramitação?

Não

Data Fim Prazo

 

Data de Publicação

 

É Complementar?

 

Origem Externa

Tipo

 

Número

 

Ano

 

Local de Origem

 

Data

 

Dados Textuais

Ementa

Denomina via pública de “Francisco Biedacha”.

Indexação

(situada no Loteamento Dom Luiz, Bairro Aeroporto)

BIOGRAFIA – FRANCISCO BIEDACHA

Francisco Biedacha era brasileiro, de descendência Polonesa, filho de José e Catharina Biedacha, nasceu no dia 7 de setembro de 1907, na cidade de Erechim, Estado do Rio Grande do Sul.
Naquela cidade cresceu e estudou até se formar Professor Municipal da cidade de Erechim-RS, nas localidades de Vila Hortência e Carlos Gomes.
Aos 20 anos de idade, em Erechim, casou-se com Francisca Kovalski e dessa união tiveram 8 filhos: Graciano, Roland, Ricardo, Eunice, Lauro, Artémio, Lourdes e Marlene.
Cheio de sonhos e com uma família para sustentar, ouviu amigos falarem de uma região promissora, com terras produtivas e que precisava de professor. E esta região era o Sudoeste do Paraná. Foi assim que, em 1946, a família Biedacha migrou de Erechim para o Paraná, mais precisamente para Pato Branco.
Nesta terra se instalou e, a princípio, residiu com sua família em Pato Branco, onde atualmente está localizado o Edifício Veríssimo Rizzi.
Anos depois, Francisco Biedacha comprou terras em Salto Grande do Chopin, onde atuou como professor voluntário, lecionando na igreja local. Eram tempos difíceis e o professor Francisco Biedacha recebeu ajuda dos próprios colonos para que a escola funcionasse e para que os seus filhos recebessem a tão esperada educação escolar.
Além de professor, Francisco Biedacha trabalhou como agricultor, plantando milho e cana em terras que margeavam o Rio Chopin. O milho sustentava a criação e com a cana produzia açúcar, melado e uma saborosa cachaça para aquecer as noites frias de inverno.
Deixou de lecionar no período em que Pato Branco desmembrou-se do Município de Clevelândia.
Com a vinda de várias famílias principalmente do Rio Grande do Sul, para o Sudoeste do Paraná, a região começou a crescer e, no final da década de 1950, a primeira usina hidrelétrica do Sudoeste do Paraná, a Usina Chopin I, começou a ser construída, em Salto Grande, no Rio Chopin.
Durante a construção da Usina, Francisco Biedacha cedeu parte de suas instalações para servir de alojamento aos funcionários que construíram a Usina Chopin I, usina esta que finalmente trouxe a tão sonhada e aguardada energia elétrica para o Sudoeste do Paraná e, por sua vez, a Pato Banco.
Francisco Biedacha foi um homem integro, simples, de born coração, dedicado a família, a educação, ao trabalho, afetivo aos amigos, os quais esperava sempre com uma boa conversa. Viveu intensamente e saboreou esta vida vendo seus filhos tornarem-se pessoas de bem e formarem as suas famílias.
Francisco Biedacha veio ao Sudoeste do Paraná para ajudar esta região a crescer e com sua simplicidade e comprometimento, conseguiu vivenciar e conhecer o resultado de seu trabalho e de sua dedicação, na educação transmitida aos seus filhos e aos filhos dos colonos da região, na construção da Usina Chopin I que tanto progresso trouxe a Pato Branco e ao Sudoeste do Paraná.
Francisco Biedacha faleceu em 27 de dezembro de 1994, com 88 anos, na cidade de Itapejara D’Oeste, estado do Paraná, causa de morte: Parada Cardíaca.

Observação