Projeto de Lei Ordinária nº 219 de 2025
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2025
Número
219
Data de Apresentação
12/12/2025
Número do Protocolo
3990
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 219/2025
Outras Informações
Apelido
Denomina estrada municipal de “Odórico Caldato"
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Denomina estrada municipal de “Odórico Caldato"
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Sim
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina estrada rural municipal de “Odórico Caldato".
Indexação
Denomina estrada rural municipal de “Odórico Caldato".
BIOGRAFIA DE ODÓRICO CALDATO
Odórico Caldato nasceu em 15 de setembro de 1911, na cidade de Itamanduva, no estado do Rio Grande do Sul. Era filho de José Vítorio Caldato e Prolinda Giavon. Seu pai, José Vítorio, veio para o Brasil ainda na infância, trazendo consigo os valores de trabalho e determinação que marcariam a trajetória da família.
Conhecido carinhosamente como Seu Odórico, mudou-se para o Paraná aos 21 anos, acompanhado de sua esposa, Tereza Mioto, e do filho primogênito, Idolino. A viagem foi longa e desafiadora: com poucos recursos, utilizaram uma carroça como meio de transporte e levaram cerca de 60 dias para chegar ao destino. Ao final dessa jornada, estabeleceram-se na comunidade de Rondinha, onde começaram uma nova vida.
Na Comunidade de Rondinha, Odórico dedicou-se à agricultura e à criação de animais, cultivando diversas lavouras para sustento da família. Foi ali que nasceram os demais filhos do casal: Ari, Sueli, Carolina, Arestides, Jandira, José, Almir, Vanilde, Geraldo e Onivaldo.
Após o falecimento de sua primeira esposa, Odórico casou-se novamente, desta vez com Maria Florentina Caldato, com quem teve mais um filho, Carlos.
Homem de memória viva, Seu Odórico relatava episódios marcantes da história local, como a grande enchente por volta de 1946, quando o Rio Chopim transbordou, inundando estradas. Estradas estas, que Seu Odórico juntamente com a comunidade, haviam aberto à foices e machados.
O comércio da região era limitado, e para vender porcos ou comprar mantimentos, a família deslocava-se até União da Vitória e Porto União. Odórico também lembrava com carinho das visitas de Dom Carlos, que celebrava missas em uma pequena igrejinha próxima à família Galvão, fortalecendo a fé da comunidade.
Seu Odórico destacou-se como uma pessoa profundamente atuante na comunidade de Rondinha, sempre envolvido nas causas coletivas e trabalhando de forma incansável para o seu desenvolvimento. Participava de iniciativas que visavam melhorar a infraestrutura local, apoiava eventos comunitários e ajudava vizinhos sempre que necessário. Sua disposição para colaborar, aliada ao exemplo de honestidade e dedicação, fez dele uma figura respeitada e admirada por todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.
Deixou um legado de honestidade, trabalho e amor à família, sendo lembrado como um exemplo de pai, esposo, avô e amigo.
Odórico Caldato faleceu em 20 de julho de 2000, aos 88 anos, deixando saudades e uma história marcada por coragem, perseverança e contribuição para o desenvolvimento da comunidade de Rondinha.
BIOGRAFIA DE ODÓRICO CALDATO
Odórico Caldato nasceu em 15 de setembro de 1911, na cidade de Itamanduva, no estado do Rio Grande do Sul. Era filho de José Vítorio Caldato e Prolinda Giavon. Seu pai, José Vítorio, veio para o Brasil ainda na infância, trazendo consigo os valores de trabalho e determinação que marcariam a trajetória da família.
Conhecido carinhosamente como Seu Odórico, mudou-se para o Paraná aos 21 anos, acompanhado de sua esposa, Tereza Mioto, e do filho primogênito, Idolino. A viagem foi longa e desafiadora: com poucos recursos, utilizaram uma carroça como meio de transporte e levaram cerca de 60 dias para chegar ao destino. Ao final dessa jornada, estabeleceram-se na comunidade de Rondinha, onde começaram uma nova vida.
Na Comunidade de Rondinha, Odórico dedicou-se à agricultura e à criação de animais, cultivando diversas lavouras para sustento da família. Foi ali que nasceram os demais filhos do casal: Ari, Sueli, Carolina, Arestides, Jandira, José, Almir, Vanilde, Geraldo e Onivaldo.
Após o falecimento de sua primeira esposa, Odórico casou-se novamente, desta vez com Maria Florentina Caldato, com quem teve mais um filho, Carlos.
Homem de memória viva, Seu Odórico relatava episódios marcantes da história local, como a grande enchente por volta de 1946, quando o Rio Chopim transbordou, inundando estradas. Estradas estas, que Seu Odórico juntamente com a comunidade, haviam aberto à foices e machados.
O comércio da região era limitado, e para vender porcos ou comprar mantimentos, a família deslocava-se até União da Vitória e Porto União. Odórico também lembrava com carinho das visitas de Dom Carlos, que celebrava missas em uma pequena igrejinha próxima à família Galvão, fortalecendo a fé da comunidade.
Seu Odórico destacou-se como uma pessoa profundamente atuante na comunidade de Rondinha, sempre envolvido nas causas coletivas e trabalhando de forma incansável para o seu desenvolvimento. Participava de iniciativas que visavam melhorar a infraestrutura local, apoiava eventos comunitários e ajudava vizinhos sempre que necessário. Sua disposição para colaborar, aliada ao exemplo de honestidade e dedicação, fez dele uma figura respeitada e admirada por todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.
Deixou um legado de honestidade, trabalho e amor à família, sendo lembrado como um exemplo de pai, esposo, avô e amigo.
Odórico Caldato faleceu em 20 de julho de 2000, aos 88 anos, deixando saudades e uma história marcada por coragem, perseverança e contribuição para o desenvolvimento da comunidade de Rondinha.
Observação