Projeto de Lei Ordinária nº 15 de 2026
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2026
Número
15
Data de Apresentação
30/01/2026
Número do Protocolo
116
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 15/2026
Outras Informações
Apelido
via pública “Professora Leogloe M. Michelin"
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Denomina via pública de “Professora Leogloe Manfredini Michelin ”.
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Sim
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina via pública de “Professora Leogloe Manfredini Michelin”.
Indexação
Fica denominada de “Professora Leogloe Manfredini Michelin” via pública situada no Loteamento Recanto dos Pássaros, no Bairro Planalto, no Município de Pato Branco, Paraná
BIOGRAFIA “LEOGLOE MANFREDINI MICHELIN”
Leogloe Manfredini Michelin, nascida em 8 de setembro de 1940, em Porto União-SC, era casada com Belmiro Michelin e teve (4) filhos: Regimar Antonio Michelin, Cynthya Michelin Locatelli, Anderson Luiz Michelin e Emerson Carlos Michelin.
Chegou ao município em 1962, após se casar com Belmiro Michelin, quando a cidade ainda era pequena e em processo de crescimento. Estabeleceu-se no bairro hoje conhecido como São Cristóvão, na Madeireira Paraná Dourado, onde iniciou sua trajetória como professora, dedicando-se com amor e excelência à formação de centenas de crianças. Ao perceber que muitas crianças da região não tinham acesso à escola, passou a alfabetizá-las em suas próprias casas. Com esforço, sensibilidade e determinação, conseguiu fundar a Escola Isolada Rui Barbosa, com o apoio de Alberto Catanni e do então engenheiro do DER, Hélio Gomes da Silva.
Leogloe Manfredini Michelin foi uma mulher de notável contribuição à educação, à comunidade e ao desenvolvimento humano em Pato Branco.
Graças à sua iniciativa, inúmeras crianças da região da Fábrica da COPASA puderam estudar, contando inclusive com materiais e merenda escolar que ela mesma se empenhava em conseguir. Atuou também no tradicional Colégio Rocha Pombo, sendo reconhecida pela competência, pelo zelo com seus alunos e pelo compromisso com a educação como instrumento de transformação social. Além de sua destacada atuação educacional, Leogloe participou ativamente de grupos de serviço e iniciativas comunitárias, colaborando com o desenvolvimento social e humano de Pato Branco. Foi presença constante em ações voltadas ao bem comum, contribuindo com entusiasmo e solidariedade para a construção da cidade que tanto amava.
Mais que uma professora, Leogloe foi uma pedagoga, orientadora educacional, cidadã exemplar e mãe dedicada, cuja trajetória inspira respeito e admiração. Por sua inestimável contribuição à educação e ao desenvolvimento de Pato Branco, esta homenagem busca perpetuar seu nome na memória da cidade que ela ajudou a construir com trabalho, afeto e dedicação.
Permaneceu em Pato Branco até 1976, deixando marcas profundas na comunidade escolar e na vida de muitas famílias. Retornou à cidade em 2020, onde viveu seus últimos anos, vindo a falecer em 2024.
BIOGRAFIA “LEOGLOE MANFREDINI MICHELIN”
Leogloe Manfredini Michelin, nascida em 8 de setembro de 1940, em Porto União-SC, era casada com Belmiro Michelin e teve (4) filhos: Regimar Antonio Michelin, Cynthya Michelin Locatelli, Anderson Luiz Michelin e Emerson Carlos Michelin.
Chegou ao município em 1962, após se casar com Belmiro Michelin, quando a cidade ainda era pequena e em processo de crescimento. Estabeleceu-se no bairro hoje conhecido como São Cristóvão, na Madeireira Paraná Dourado, onde iniciou sua trajetória como professora, dedicando-se com amor e excelência à formação de centenas de crianças. Ao perceber que muitas crianças da região não tinham acesso à escola, passou a alfabetizá-las em suas próprias casas. Com esforço, sensibilidade e determinação, conseguiu fundar a Escola Isolada Rui Barbosa, com o apoio de Alberto Catanni e do então engenheiro do DER, Hélio Gomes da Silva.
Leogloe Manfredini Michelin foi uma mulher de notável contribuição à educação, à comunidade e ao desenvolvimento humano em Pato Branco.
Graças à sua iniciativa, inúmeras crianças da região da Fábrica da COPASA puderam estudar, contando inclusive com materiais e merenda escolar que ela mesma se empenhava em conseguir. Atuou também no tradicional Colégio Rocha Pombo, sendo reconhecida pela competência, pelo zelo com seus alunos e pelo compromisso com a educação como instrumento de transformação social. Além de sua destacada atuação educacional, Leogloe participou ativamente de grupos de serviço e iniciativas comunitárias, colaborando com o desenvolvimento social e humano de Pato Branco. Foi presença constante em ações voltadas ao bem comum, contribuindo com entusiasmo e solidariedade para a construção da cidade que tanto amava.
Mais que uma professora, Leogloe foi uma pedagoga, orientadora educacional, cidadã exemplar e mãe dedicada, cuja trajetória inspira respeito e admiração. Por sua inestimável contribuição à educação e ao desenvolvimento de Pato Branco, esta homenagem busca perpetuar seu nome na memória da cidade que ela ajudou a construir com trabalho, afeto e dedicação.
Permaneceu em Pato Branco até 1976, deixando marcas profundas na comunidade escolar e na vida de muitas famílias. Retornou à cidade em 2020, onde viveu seus últimos anos, vindo a falecer em 2024.
Observação