Projeto de Decreto Legislativo nº 1 de 2020
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Decreto Legislativo
Ano
2020
Número
1
Data de Apresentação
18/05/2020
Número do Protocolo
1182
Tipo de Apresentação
Escrita
Numeração
- 1/2020
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
"Título de Cidadão Honorário de Pato Branco
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Objeto
"Título de Cidadão Honorário de Pato Branco" ao Ilustríssimo Senhor Sebastião Maria Moraes Rodrigues.
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Concede o "Título de Cidadão Honorário de Pato Branco" ao Ilustríssimo Senhor Sebastião Maria Moraes Rodrigues.
Indexação
Concede o "Título de Cidadão Honorário de Pato Branco" ao Ilustríssimo Senhor Sebastião Maria Moraes Rodrigues.
Observação
BIOGRAFIA
SEBASTIÃO MARIA MORAES RODRIGUES
Sebastião Maria Moraes Rodrigues nasceu em Vila de Caparaó, zona da mata mineira, em 27 de março de 1949. Filho de Sebastião de Assis Rodrigues, alfaiate, e de Maria José Moraes Rodrigues, dedicada ao lar e à costura. Da união de seus pais nasceu também duas meninas, irmãs de Sebastião.
Sua formação cultural teve início em Petrópolis - RJ, onde fez seus estudos primários. Aos onze anos, motivado por influência religiosa, ingressou no seminário dos padres franciscanos, em São Paulo, permanecendo ali por nove anos, onde concluiu o ginásio e o segundo grau. Ao final de 1969, Sebastião deixou o seminário e voltou à Petrópolis.
O ano de 1970 marcou seu ingresso no curso de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, onde obteve a patente de Segundo Tenente. Concluído o período da caserna, cursou a Faculdade de Letras da Universidade Católica de Petrópolis. Após sua formatura, passou a ministrar aulas de Língua Portuguesa e Literatura até o momento em que recebeu um convite do Frei Nelson para conhecer Pato Branco e, possivelmente, trabalhar nos meios de comunicação, dirigidos pelos frades franciscanos.
Sem pensar duas vezes, Sebastião aceitou o desafio. Programou uma breve viagem de passeio em julho de 1978 e teve o primeiro contato com os ares pato-branquenses. Como foi muito bem recebido e tendo feito já alguns amigos dentre os jovens “encontristas”, Sebastião afirma que seu coração balançou.
Conheceu na oportunidade a estrutura da Fundação Celinauta e o seu sonho futuro: a instalação em Pato Branco de um canal de televisão. Viu a torre desmontada e o transmissor encaixotado e isso fez seus olhos brilharem. Naquela hora, segundo Sebastião, ele decidiu: plantaria em Pato Branco o seu futuro.
Voltou à Petrópolis, encerrou todas as suas atividades profissionais e, no dia 25 de dezembro de 1978, em um dia de Natal, despediu-se de seus pais, irmãs e amigos, juntou o pouco que tinha e tomou o caminho para Pato Branco, com uma fé imensa no futuro que a cidade lhe proporcionaria.
Ao chegar em Pato Branco foi novamente bem recebido pelos amigos que aqui havia deixado. Descansou da viagem e começou a trabalhar imediatamente e a conviver intensamente, como forma de evitar que o coração voltasse atrás. Assim aconteceu.
Como tinha formação superior, Sebastião foi convidado para ministrar aulas de Língua Portuguesa. Conseguiu por vários anos conciliar as atividades do rádio com a de professor. Por muitos anos, lecionou nos colégios: La Salle, Possídio Salomoni, Colégio Anchieta, Premem, Bandeirantes e na Faculdade de Ensino Superior (Funesp). Este período em que esteve junto aos jovens estudantes, fez muitos amigos que até hoje lhe chamam de “mestre”. Segundo ele, isso lhe traz muita gratificação.
Em 1986, casou-se com Marizete Fátima Pastorello, com quem teve dois filhos: Guilherme Pastorello Rodrigues (engenheiro eletricista) e Amanda Pastorello Rodrigues (médica). Atualmente, o casal completa 34 anos de convivência.
Como as atividades do rádio aumentaram, com a chegada da Rádio Celinauta FM, a mudança da programação da saudosa rádio Pato Branco e com a aprovação do canal de TV, Sebastião preferiu deixar as aulas e se dedicar ao objetivo principal que lhe trouxe à Pato Branco: a comunicação. A partir deste momento, como ele diz, se atirou de corpo e alma atuando em todas as áreas da mídia.
Como homem apaixonado pela comunicação teve a oportunidade de criar, junto com as equipes de rádio e TV, diversos programas de interesse da comunidade como: campanhas de educação do trânsito, vinhetas de incentivo à solidariedade, acolhida ao próximo, campanha de agasalho, ajuda humanitária e eventos artístico-religiosos como o “Concurso de Presépios”, em parceria com o Departamento de Cultura, que movimentou por cerca de oito anos os artesãos de nossa cidade, no período de Natal. Todos estes projetos conseguiram, por anos, unir a arte com a espiritualidade natalina.
Por vários anos atuou como coordenador artístico da Rádio Celinauta, ajudando a direção a criar programas, pesquisas, campanhas e a dar uma roupagem sempre alegre e atual para as emissoras do grupo.
Um dos marcos de sua presença nas emissoras de rádio, foi a criação de programas como: ‘Palavra Amiga’ e ‘Minuto da Família’ que até hoje são veiculados em rádio e TV. O programa ‘Palavra Amiga’ ganhou inclusive uma nova roupagem e transformou-se em livro, que foi doado integralmente ao SOS Vida, obra assistencial dos franciscanos em Pato Branco. O livro teve uma boa repercussão na sociedade.
Segundo Sebastião, o que mais lhe gratificou, trabalhando na área de criação de comerciais para rádio e televisão, foi a oportunidade de fazer contato com empresários de diversos ramos. Entre eles fez muitos e bons amigos, que confiaram em seu serviço.
Ao completar 40 (quarenta) anos de serviços ininterruptos para a Fundação Cultural Celinauta, retirou-se da atividade de comunicador no dia 15 de dezembro de 2019 e hoje, dedica-se aos interesses da família.
Sebastião afirma que escolheu a cidade de Pato Branco para viver e construir seus sonhos, pois encontrou aqui um ambiente propício para trabalhar, desenvolver seus talentos, constituir sua família e aumentar seu número de amigos. Nesta terra, segundo ele, deitou raízes, cresceu profissionalmente e conquistou verdadeiros amizades. Aprendeu a honrar este chão que lhe acolheu com generosidade.
Durante os anos em que residiu em Pato Branco, Sebastião contribuiu ativamente para o crescimento e desenvolvimento do município, através de seu trabalho, tanto como educador, quanto como comunicador local. Em paralelo, sempre esteve presente em atividades sociais que até hoje, ajudam a comunidade. Sendo assim, diante do nítido merecimento do homenageado, rogo aos nobres pares pela aprovação da presente proposição, que concede o "Título de Cidadão Honorário de Pato Branco" ao Ilustríssimo Senhor Sebastião Maria Moraes Rodrigues.
SEBASTIÃO MARIA MORAES RODRIGUES
Sebastião Maria Moraes Rodrigues nasceu em Vila de Caparaó, zona da mata mineira, em 27 de março de 1949. Filho de Sebastião de Assis Rodrigues, alfaiate, e de Maria José Moraes Rodrigues, dedicada ao lar e à costura. Da união de seus pais nasceu também duas meninas, irmãs de Sebastião.
Sua formação cultural teve início em Petrópolis - RJ, onde fez seus estudos primários. Aos onze anos, motivado por influência religiosa, ingressou no seminário dos padres franciscanos, em São Paulo, permanecendo ali por nove anos, onde concluiu o ginásio e o segundo grau. Ao final de 1969, Sebastião deixou o seminário e voltou à Petrópolis.
O ano de 1970 marcou seu ingresso no curso de Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro, onde obteve a patente de Segundo Tenente. Concluído o período da caserna, cursou a Faculdade de Letras da Universidade Católica de Petrópolis. Após sua formatura, passou a ministrar aulas de Língua Portuguesa e Literatura até o momento em que recebeu um convite do Frei Nelson para conhecer Pato Branco e, possivelmente, trabalhar nos meios de comunicação, dirigidos pelos frades franciscanos.
Sem pensar duas vezes, Sebastião aceitou o desafio. Programou uma breve viagem de passeio em julho de 1978 e teve o primeiro contato com os ares pato-branquenses. Como foi muito bem recebido e tendo feito já alguns amigos dentre os jovens “encontristas”, Sebastião afirma que seu coração balançou.
Conheceu na oportunidade a estrutura da Fundação Celinauta e o seu sonho futuro: a instalação em Pato Branco de um canal de televisão. Viu a torre desmontada e o transmissor encaixotado e isso fez seus olhos brilharem. Naquela hora, segundo Sebastião, ele decidiu: plantaria em Pato Branco o seu futuro.
Voltou à Petrópolis, encerrou todas as suas atividades profissionais e, no dia 25 de dezembro de 1978, em um dia de Natal, despediu-se de seus pais, irmãs e amigos, juntou o pouco que tinha e tomou o caminho para Pato Branco, com uma fé imensa no futuro que a cidade lhe proporcionaria.
Ao chegar em Pato Branco foi novamente bem recebido pelos amigos que aqui havia deixado. Descansou da viagem e começou a trabalhar imediatamente e a conviver intensamente, como forma de evitar que o coração voltasse atrás. Assim aconteceu.
Como tinha formação superior, Sebastião foi convidado para ministrar aulas de Língua Portuguesa. Conseguiu por vários anos conciliar as atividades do rádio com a de professor. Por muitos anos, lecionou nos colégios: La Salle, Possídio Salomoni, Colégio Anchieta, Premem, Bandeirantes e na Faculdade de Ensino Superior (Funesp). Este período em que esteve junto aos jovens estudantes, fez muitos amigos que até hoje lhe chamam de “mestre”. Segundo ele, isso lhe traz muita gratificação.
Em 1986, casou-se com Marizete Fátima Pastorello, com quem teve dois filhos: Guilherme Pastorello Rodrigues (engenheiro eletricista) e Amanda Pastorello Rodrigues (médica). Atualmente, o casal completa 34 anos de convivência.
Como as atividades do rádio aumentaram, com a chegada da Rádio Celinauta FM, a mudança da programação da saudosa rádio Pato Branco e com a aprovação do canal de TV, Sebastião preferiu deixar as aulas e se dedicar ao objetivo principal que lhe trouxe à Pato Branco: a comunicação. A partir deste momento, como ele diz, se atirou de corpo e alma atuando em todas as áreas da mídia.
Como homem apaixonado pela comunicação teve a oportunidade de criar, junto com as equipes de rádio e TV, diversos programas de interesse da comunidade como: campanhas de educação do trânsito, vinhetas de incentivo à solidariedade, acolhida ao próximo, campanha de agasalho, ajuda humanitária e eventos artístico-religiosos como o “Concurso de Presépios”, em parceria com o Departamento de Cultura, que movimentou por cerca de oito anos os artesãos de nossa cidade, no período de Natal. Todos estes projetos conseguiram, por anos, unir a arte com a espiritualidade natalina.
Por vários anos atuou como coordenador artístico da Rádio Celinauta, ajudando a direção a criar programas, pesquisas, campanhas e a dar uma roupagem sempre alegre e atual para as emissoras do grupo.
Um dos marcos de sua presença nas emissoras de rádio, foi a criação de programas como: ‘Palavra Amiga’ e ‘Minuto da Família’ que até hoje são veiculados em rádio e TV. O programa ‘Palavra Amiga’ ganhou inclusive uma nova roupagem e transformou-se em livro, que foi doado integralmente ao SOS Vida, obra assistencial dos franciscanos em Pato Branco. O livro teve uma boa repercussão na sociedade.
Segundo Sebastião, o que mais lhe gratificou, trabalhando na área de criação de comerciais para rádio e televisão, foi a oportunidade de fazer contato com empresários de diversos ramos. Entre eles fez muitos e bons amigos, que confiaram em seu serviço.
Ao completar 40 (quarenta) anos de serviços ininterruptos para a Fundação Cultural Celinauta, retirou-se da atividade de comunicador no dia 15 de dezembro de 2019 e hoje, dedica-se aos interesses da família.
Sebastião afirma que escolheu a cidade de Pato Branco para viver e construir seus sonhos, pois encontrou aqui um ambiente propício para trabalhar, desenvolver seus talentos, constituir sua família e aumentar seu número de amigos. Nesta terra, segundo ele, deitou raízes, cresceu profissionalmente e conquistou verdadeiros amizades. Aprendeu a honrar este chão que lhe acolheu com generosidade.
Durante os anos em que residiu em Pato Branco, Sebastião contribuiu ativamente para o crescimento e desenvolvimento do município, através de seu trabalho, tanto como educador, quanto como comunicador local. Em paralelo, sempre esteve presente em atividades sociais que até hoje, ajudam a comunidade. Sendo assim, diante do nítido merecimento do homenageado, rogo aos nobres pares pela aprovação da presente proposição, que concede o "Título de Cidadão Honorário de Pato Branco" ao Ilustríssimo Senhor Sebastião Maria Moraes Rodrigues.
Norma Jurídica Relacionada