Projeto de Lei Ordinária nº 176 de 2020
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2020
Número
176
Data de Apresentação
05/10/2020
Número do Protocolo
3281
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 176/2020
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
Denomina via pública de “Angela Marangoni Faggion”
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Denomina via pública de “Angela Marangoni Faggion”.
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina via pública de “Angela Marangoni Faggion”.
Indexação
(Via pública localizada no Loteamento do Shopping, Bairro São Luiz, no Município de Pato Branco, Paraná)
Observação
BIOGRAFIA – ANGELA MARANGONI FAGGGION
Angela nasceu em Erechim (RS) no dia 06/01/1933. Por volta dos nove anos de idade foi estudar em um convento, pois pela dificuldade financeira da família, acreditavam que lá ela teria estudo.
Durante a permanência nesta instituição religiosa chegou a vestir hábito de irmã Vicentina, porém desistiu da vida religiosa para cuidar de sua mãe que necessitava de cuidados especiais em razão de um quadro avançado de Alzheimer.
Em 1962, deixou o convento e casou-se com Hilário Primo Faggion e juntos vieram morar em Pato Branco, para começar a vida nesta região e trabalhar na Farmácia Diana. Nesta cidade fez muitos amigos que acompanharam sua trajetória ao longo de sua vida.
No curso da união conjugal tiveram quatro filhos na seguinte ordem: Rosângela Faggion, Hiliandra Faggion Villar de Sena, Hiliandro Faggion e Romulo Faggion.
Ângela se dedicou ao ofício de parteira, por aproximadamente 30 anos, auxiliando muitas mãezinhas no nascimento de seus filhos, sendo que o último parto foi realizado em 1991. Este era um ofício do qual a mesma tinha muito orgulho e satisfação em realizar, e acredita-se que seja privilégio de poucos poder participar do momento em que as crianças chegam ao mundo.
A maior parte destes partos foi realizado em moradias rurais, sendo que muitas vezes ficava por dias fora de casa, até o momento da criança nascer. Dedicava- se a esta missão sem se preocupar com o horário em que vinham busca-la, nem com a remuneração pelo serviço prestado.
Contava aos filhos das situações precárias das estradas, pois naquela época a maior parte das estradas era de chão batido, ficando expostos a toda a sorte de desafios especialmente em períodos chuvosos. Vinham busca-la as vezes de carroça e outras de carro. E a mesma com satisfação sempre dizia, “É por uma nobre causa”. Ao longo de sua vida, mesmo após ter abandonado este ofício em razão da idade era procurada pelas famílias que havia participado do parto para receber carinhosas palavras de gratidão.
Em 2010 ficou viúva de seu companheiro e já estava apresentando sinais da Doença de Alzheimer, e sendo medicada para retardar um quadro progressivo da doença. Após a perda de seu eterno companheiro, os filhos passaram a dedicar-se a seus cuidados esforçando-se para garantir que a mesma tivesse o conforto necessário e merecido. Tal tarefa foi realizada com esmero especialmente por suas duas filhas Rosângela e Hiliandra.
Infelizmente esta doença ainda nos dias de hoje não tem cura, resultando em progressiva debilitação das condições de vida daqueles que são acometidos por ela. Por fim Ângela não mais conseguia reconhecer as pessoas, tampouco comunicar-se com elas, mas conservava um sorriso e olhar que reconfortava o coração de seus filhos.
Faleceu em 21/10/2016 em razão de complicações comuns à doença de Alzheimer deixando como legado os filhos, as noras (Kelly Tatiane Zamboni e Élina Cristina Urzulin Rocha), o genro (Jesus Salvador Villar de Sena) e sete netos: Luiz Felipe, Ana Carolina e Ana Clara Villar de Sena (filhos de Hiliandra) e João Vitor, Giorgia Gabriela, Izadora Hermínia e Pietro Hilário (filhos de Hiliandro). E para estes seu exemplo de fé e amor ao próximo.
Angela nasceu em Erechim (RS) no dia 06/01/1933. Por volta dos nove anos de idade foi estudar em um convento, pois pela dificuldade financeira da família, acreditavam que lá ela teria estudo.
Durante a permanência nesta instituição religiosa chegou a vestir hábito de irmã Vicentina, porém desistiu da vida religiosa para cuidar de sua mãe que necessitava de cuidados especiais em razão de um quadro avançado de Alzheimer.
Em 1962, deixou o convento e casou-se com Hilário Primo Faggion e juntos vieram morar em Pato Branco, para começar a vida nesta região e trabalhar na Farmácia Diana. Nesta cidade fez muitos amigos que acompanharam sua trajetória ao longo de sua vida.
No curso da união conjugal tiveram quatro filhos na seguinte ordem: Rosângela Faggion, Hiliandra Faggion Villar de Sena, Hiliandro Faggion e Romulo Faggion.
Ângela se dedicou ao ofício de parteira, por aproximadamente 30 anos, auxiliando muitas mãezinhas no nascimento de seus filhos, sendo que o último parto foi realizado em 1991. Este era um ofício do qual a mesma tinha muito orgulho e satisfação em realizar, e acredita-se que seja privilégio de poucos poder participar do momento em que as crianças chegam ao mundo.
A maior parte destes partos foi realizado em moradias rurais, sendo que muitas vezes ficava por dias fora de casa, até o momento da criança nascer. Dedicava- se a esta missão sem se preocupar com o horário em que vinham busca-la, nem com a remuneração pelo serviço prestado.
Contava aos filhos das situações precárias das estradas, pois naquela época a maior parte das estradas era de chão batido, ficando expostos a toda a sorte de desafios especialmente em períodos chuvosos. Vinham busca-la as vezes de carroça e outras de carro. E a mesma com satisfação sempre dizia, “É por uma nobre causa”. Ao longo de sua vida, mesmo após ter abandonado este ofício em razão da idade era procurada pelas famílias que havia participado do parto para receber carinhosas palavras de gratidão.
Em 2010 ficou viúva de seu companheiro e já estava apresentando sinais da Doença de Alzheimer, e sendo medicada para retardar um quadro progressivo da doença. Após a perda de seu eterno companheiro, os filhos passaram a dedicar-se a seus cuidados esforçando-se para garantir que a mesma tivesse o conforto necessário e merecido. Tal tarefa foi realizada com esmero especialmente por suas duas filhas Rosângela e Hiliandra.
Infelizmente esta doença ainda nos dias de hoje não tem cura, resultando em progressiva debilitação das condições de vida daqueles que são acometidos por ela. Por fim Ângela não mais conseguia reconhecer as pessoas, tampouco comunicar-se com elas, mas conservava um sorriso e olhar que reconfortava o coração de seus filhos.
Faleceu em 21/10/2016 em razão de complicações comuns à doença de Alzheimer deixando como legado os filhos, as noras (Kelly Tatiane Zamboni e Élina Cristina Urzulin Rocha), o genro (Jesus Salvador Villar de Sena) e sete netos: Luiz Felipe, Ana Carolina e Ana Clara Villar de Sena (filhos de Hiliandra) e João Vitor, Giorgia Gabriela, Izadora Hermínia e Pietro Hilário (filhos de Hiliandro). E para estes seu exemplo de fé e amor ao próximo.
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