Projeto de Decreto Legislativo nº 7 de 2021
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Decreto Legislativo
Ano
2021
Número
7
Data de Apresentação
16/06/2021
Número do Protocolo
1590
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 7/2021
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
Título de Cidadão Honorário do Município
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
"Título de Cidadão Honorário" do Município de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor Luiz Francisco Silva (Pernambuco).
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Concede o "Título de Cidadão Honorário" do Município de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor Luiz Francisco Silva (Pernambuco).
Indexação
Concede o "Título de Cidadão Honorário" do Município de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor Luiz Francisco Silva (Pernambuco).
Observação
“BIOGRAFIA DE “LUIZ FRANCISCO SILVA”
Luiz Francisco Silva, popularmente conhecido como Pernambuco, nasceu na cidade de Correntes – PE, em 13 de fevereiro de 1946, sendo filho do agricultor Olímpio e da dona de casa Olivia Maria. Em 1962, com apenas 16 anos, Pernambuco veio para cidade de Pato Branco na companhia do seu irmão Antônio, policial Militar que vinha prestar serviço na região. Naquela época, na cidade ainda predominava ruas de terras, a agricultura ainda não era tão desenvolvida como nos dias de hoje e a eletricidade era fornecida à apenas alguns estabelecimentos por meio de um gerador a diesel que ficava localizado próximo à onde hoje é a parte central da cidade.
Apesar de franzino e tímido, conseguiu seu primeiro emprego na Antiga Concessionária da Ford, onde trabalhava como auxiliar de chapeação e onde começou a se destacar pela habilidade em lidar com tintas e formas. Em seguida, foi convidado pelo cidadãos Hermenegildo Amadori (in memorium) e pelo Dr. Osvaldo Teles para trabalhar como vendedor na casa de tintas da cidade. Neste último emprego, começou a se destacar também pela habilidade de desenhar figuras e letreiros, atividade que realiza até o presente momento em sua empresa particular.
Concomitante as atividades na casa de tintas, Pernambuco recebeu um convite da Sociedade Esportiva Palmeiras para atuar como zagueiro, onde ficou conhecido pela disciplina, lealdade e técnica. Dono de um carisma ímpar, Pernambuco chegou a jogar com jogadores famosos, entre eles, Mané Garrincha, em evento festivo na cidade. Com o Palmeiras, disputou vários campeonatos regionais e estaduais. Além do Palmeiras, Pernambuco chegou a disputar a Taça Paraná pelo Internacional Esporte Clube que, diga- se de passagem, era o arquirrival do Palmeiras em Pato Branco.
Durante os 16 anos que atuou como jogador, Pernambuco também investiu na carreira de Serigrafista e Designer, onde: vários logotipos de marcas e de importantes empresas da cidade que hoje são vistas em todo Brasil e em alguns países da América Latina foram criadas pela Serigrafia Pernambuco. Até mesmo o mais importante dos símbolos patobranquences, amado e referenciado por todos os cidadãos que amam Pato Branco, foi criado pelo Pernambuco, a bandeira de Pato Branco, a qual foi criada pelo jovem artista em um concurso vencido em 1965, sendo doado ao município na década de 1967
Luiz Francisco Silva (Pernambuco) doou o trabalho ao município através do termo de doação firmado em 12 de novembro de 1985. A descrição da Bandeira consta na Lei Nº 665 de 3 de maio de 1986, que dispões sobre a forma e a apresentação dos símbolos municipais.
Após a sua despedida do futebol, Pernambuco foi convidado pelo então presidente do Grêmio Esportivo Patobranquense, Dorival Lavarda (in memorium) a coordenar o Departamento de Esportes do Clube. Uma das suas principais iniciativas, foi a criação da escolinha de futebol, que além da importância social da atividade e do seu poder de socialização de jovens, contribuiu também com o futebol brasileiro e mundial, coma formação de atletas como Rogério Ceni (ex-goleiro da seleção brasileira), Lavardinha (ex-jogador da seleção brasileira de futsal), Jamur (jogou na Itália) entre outros. Entre 2002 e 2004, foi presidente do Esporte Clube Pato Branco, time de futebol de campo do município, onde também foi diretor esportivo e vice-presidente.
A história deste jovem artista das tintas e do futebol se mistura a linda história de nossa cidade. Enquanto a cidade de Pato Branco crescia, se verticalizava e se tornava referência, Pernambuco contribuía com seu talento, fazendo dos dias de jogos momentos marcantes, ao mesmo tempo que coloria as placas e o cotidiano com suas cores e traços. Viveu, cresceu, criou sua família e ainda consegue tempo para alimentar a alma dos amigos com sorrisos e histórias nas turmas da terça e da sexta, que antes na Pandemia, se reuniam no seu espaço, localizado na praça Santa Terezinha.
Em Pato Branco, Luiz Francisco Silva (Pernambuco) construiu o seu maior patrimônio, sua família, é marido da Prof. Helena e Pai de Marcio Luiz Silva e Alexandra Silva Merlin, tendo ainda dois netos. Estas poucas palavras trazem apenas um esboço sutil da obra e da contribuição deste grande Pato-branquense que ama esta cidade e as pessoas que aqui habitam como a sua própria existência.
Luiz Francisco Silva, popularmente conhecido como Pernambuco, nasceu na cidade de Correntes – PE, em 13 de fevereiro de 1946, sendo filho do agricultor Olímpio e da dona de casa Olivia Maria. Em 1962, com apenas 16 anos, Pernambuco veio para cidade de Pato Branco na companhia do seu irmão Antônio, policial Militar que vinha prestar serviço na região. Naquela época, na cidade ainda predominava ruas de terras, a agricultura ainda não era tão desenvolvida como nos dias de hoje e a eletricidade era fornecida à apenas alguns estabelecimentos por meio de um gerador a diesel que ficava localizado próximo à onde hoje é a parte central da cidade.
Apesar de franzino e tímido, conseguiu seu primeiro emprego na Antiga Concessionária da Ford, onde trabalhava como auxiliar de chapeação e onde começou a se destacar pela habilidade em lidar com tintas e formas. Em seguida, foi convidado pelo cidadãos Hermenegildo Amadori (in memorium) e pelo Dr. Osvaldo Teles para trabalhar como vendedor na casa de tintas da cidade. Neste último emprego, começou a se destacar também pela habilidade de desenhar figuras e letreiros, atividade que realiza até o presente momento em sua empresa particular.
Concomitante as atividades na casa de tintas, Pernambuco recebeu um convite da Sociedade Esportiva Palmeiras para atuar como zagueiro, onde ficou conhecido pela disciplina, lealdade e técnica. Dono de um carisma ímpar, Pernambuco chegou a jogar com jogadores famosos, entre eles, Mané Garrincha, em evento festivo na cidade. Com o Palmeiras, disputou vários campeonatos regionais e estaduais. Além do Palmeiras, Pernambuco chegou a disputar a Taça Paraná pelo Internacional Esporte Clube que, diga- se de passagem, era o arquirrival do Palmeiras em Pato Branco.
Durante os 16 anos que atuou como jogador, Pernambuco também investiu na carreira de Serigrafista e Designer, onde: vários logotipos de marcas e de importantes empresas da cidade que hoje são vistas em todo Brasil e em alguns países da América Latina foram criadas pela Serigrafia Pernambuco. Até mesmo o mais importante dos símbolos patobranquences, amado e referenciado por todos os cidadãos que amam Pato Branco, foi criado pelo Pernambuco, a bandeira de Pato Branco, a qual foi criada pelo jovem artista em um concurso vencido em 1965, sendo doado ao município na década de 1967
Luiz Francisco Silva (Pernambuco) doou o trabalho ao município através do termo de doação firmado em 12 de novembro de 1985. A descrição da Bandeira consta na Lei Nº 665 de 3 de maio de 1986, que dispões sobre a forma e a apresentação dos símbolos municipais.
Após a sua despedida do futebol, Pernambuco foi convidado pelo então presidente do Grêmio Esportivo Patobranquense, Dorival Lavarda (in memorium) a coordenar o Departamento de Esportes do Clube. Uma das suas principais iniciativas, foi a criação da escolinha de futebol, que além da importância social da atividade e do seu poder de socialização de jovens, contribuiu também com o futebol brasileiro e mundial, coma formação de atletas como Rogério Ceni (ex-goleiro da seleção brasileira), Lavardinha (ex-jogador da seleção brasileira de futsal), Jamur (jogou na Itália) entre outros. Entre 2002 e 2004, foi presidente do Esporte Clube Pato Branco, time de futebol de campo do município, onde também foi diretor esportivo e vice-presidente.
A história deste jovem artista das tintas e do futebol se mistura a linda história de nossa cidade. Enquanto a cidade de Pato Branco crescia, se verticalizava e se tornava referência, Pernambuco contribuía com seu talento, fazendo dos dias de jogos momentos marcantes, ao mesmo tempo que coloria as placas e o cotidiano com suas cores e traços. Viveu, cresceu, criou sua família e ainda consegue tempo para alimentar a alma dos amigos com sorrisos e histórias nas turmas da terça e da sexta, que antes na Pandemia, se reuniam no seu espaço, localizado na praça Santa Terezinha.
Em Pato Branco, Luiz Francisco Silva (Pernambuco) construiu o seu maior patrimônio, sua família, é marido da Prof. Helena e Pai de Marcio Luiz Silva e Alexandra Silva Merlin, tendo ainda dois netos. Estas poucas palavras trazem apenas um esboço sutil da obra e da contribuição deste grande Pato-branquense que ama esta cidade e as pessoas que aqui habitam como a sua própria existência.
Norma Jurídica Relacionada