Projeto de Lei Ordinária nº 46 de 2019
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2019
Número
46
Data de Apresentação
08/02/2019
Número do Protocolo
260
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 46/2019
Outras Informações
Apelido
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Objeto
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina via pública de “Dolovina Boff Bernardi”.
Indexação
(Via pública localizada no Loteamento Residencial Arcides Tumelero, Bairro Cadorin, no Município de Pato Branco, Paraná)
Observação
BIOGRAFIA – DOLOVINA BOFF BERNARDI
Dolovina Boff Bernardi, nascida na cidade de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, no dia 28 de setembro de 1913, teve sua trajetória ocorrida desde muito cedo aqui nessa cidade de Pato Branco, da qual passaremos a explanar.
Era filha de Giucundo Boff e Orelia Pauletti casou-se com João Bernardi Filho onde tiveram 10 filhos: Ivani, Ivanor, Olandina, José, Darci, Aldenora, Nelson, Ademar, Osvaldo e Nelci, dos filhos do casal se geraram 26 netos, 15 bisnetos e 03 tataranetos.
Dolovina morou em Segredo/RS até o ano de 1962 depois disso ela e sua família vieram morar em Pato Branco em busca de um melhor futuro para os filhos.
Residiu durante muitos anos na comunidade de Independência onde ela e seu esposo adquiriram várias colônias de terra. Ali se estabeleceram com muito esforço e produziam a subsistência de sua família.
Dolovina atendia os filhos, cuidava da casa, das vacas de leite, da criação de animais e também trabalhava na lavoura.
Foi uma mulher que ajudou nas festividades da comunidade e atuava na Igreja.
Os filhos cresceram, casaram e constituíram família.
Tinha o hábito de receber carinhosamente todas as suas visitas.
Foi uma pessoa muito dedicada a família, preocupada em ajudar as pessoas e foi muito religiosa.
Os filhos agradecem a ela por ter sido uma boa mãe, esposa dedicada, sempre preocupada com o bem estar dos filhos mesmo depois de ter ficado viúva.
Lutou com muita fé e esperança, superando todas as suas dificuldades do dia a dia e nunca perdeu a fé e a confiança em Deus.
Falecida em 28 de novembro de 2002, com 89 anos de idade, na cidade de Pato Branco, estado do Paraná, causa de morte: Melanoma, Caquexia, Parada Cardio Respiratória, deixou ela, além de sua eterna família, genros, noras, netos, bisnetos, tataranetos além de todos os amigos que hoje ainda vivem que ao lembrarem, têm-na como exemplo de moralidade, dignidade e crença.
Dolovina Boff Bernardi, nascida na cidade de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, no dia 28 de setembro de 1913, teve sua trajetória ocorrida desde muito cedo aqui nessa cidade de Pato Branco, da qual passaremos a explanar.
Era filha de Giucundo Boff e Orelia Pauletti casou-se com João Bernardi Filho onde tiveram 10 filhos: Ivani, Ivanor, Olandina, José, Darci, Aldenora, Nelson, Ademar, Osvaldo e Nelci, dos filhos do casal se geraram 26 netos, 15 bisnetos e 03 tataranetos.
Dolovina morou em Segredo/RS até o ano de 1962 depois disso ela e sua família vieram morar em Pato Branco em busca de um melhor futuro para os filhos.
Residiu durante muitos anos na comunidade de Independência onde ela e seu esposo adquiriram várias colônias de terra. Ali se estabeleceram com muito esforço e produziam a subsistência de sua família.
Dolovina atendia os filhos, cuidava da casa, das vacas de leite, da criação de animais e também trabalhava na lavoura.
Foi uma mulher que ajudou nas festividades da comunidade e atuava na Igreja.
Os filhos cresceram, casaram e constituíram família.
Tinha o hábito de receber carinhosamente todas as suas visitas.
Foi uma pessoa muito dedicada a família, preocupada em ajudar as pessoas e foi muito religiosa.
Os filhos agradecem a ela por ter sido uma boa mãe, esposa dedicada, sempre preocupada com o bem estar dos filhos mesmo depois de ter ficado viúva.
Lutou com muita fé e esperança, superando todas as suas dificuldades do dia a dia e nunca perdeu a fé e a confiança em Deus.
Falecida em 28 de novembro de 2002, com 89 anos de idade, na cidade de Pato Branco, estado do Paraná, causa de morte: Melanoma, Caquexia, Parada Cardio Respiratória, deixou ela, além de sua eterna família, genros, noras, netos, bisnetos, tataranetos além de todos os amigos que hoje ainda vivem que ao lembrarem, têm-na como exemplo de moralidade, dignidade e crença.
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