Projeto de Decreto Legislativo nº 2 de 2024
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Decreto Legislativo
Ano
2024
Número
2
Data de Apresentação
20/02/2024
Número do Protocolo
342
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 2/2024
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
Concede o “Prêmio Mulher Destaque” à Senhora Flávi
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Concede o “Prêmio Mulher Destaque” à Senhora Flávia Danielle Barros da Silva.
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Concede o “Prêmio Mulher Destaque” à Senhora Flávia Danielle Barros da Silva.
Indexação
Concede o “Prêmio Mulher Destaque” à Senhora Flávia Danielle Barros da Silva.
Observação
BIOGRAFIA
FLÁVIA DANIELLE BARROS DA SILVA
Flávia Danielle Barros da Silva nasceu em Garanhuns/PE, em 15 de março de 1974, filha de Maria Valderice Barros da Silva e Juracy Cassiano da Silva, irmã de Sérgio Henrique e Marta Andréa, casada com Fábio Américo Jesus da Silva.
Formada em Psicologia pela Universidade Católica de Pernambuco, trabalhou como psicóloga organizacional. No entanto, seu desejo de ter um trabalho mais desafiador e estável fez com que prestasse concurso público, no qual foi aprovada. Em 2012, então, ingressou na Polícia Rodoviária Federal, passando a residir em Pato Branco e contando com total apoio do esposo.
Na corporação, atuou em diversos setores, desempenhando inclusive a função de chefe substituta. Em dezembro de 2022, assumiu a chefia da Delegacia da Polícia Rodoviária Federal de Pato Branco, liderando uma equipe de quase 70 policiais, cujo objetivo principal é a prestação de um serviço de excelência à sociedade. Sob sua coordenação estão hoje três unidades operacionais, responsáveis pelo policiamento ostensivo de aproximadamente 500 quilômetros de rodovias federais, cujo propósito primordial é a redução da violência no trânsito e o combate a crimes fronteiriços, muito comuns em nossa região.
Flávia ressalta a honestidade, a empatia, a lealdade e a determinação como seus maiores valores pessoais, princípios que lhe possibilitam exercer uma atividade profissional que realmente consiga fazer a diferença na vida dos demais. “Poder ser útil e presente nos momentos mais difíceis das pessoas é muito gratificante. Muitas vezes, em situações de perdas e de vulnerabilidade, poder ajudar faz tudo valer à pena. Acima de tudo, trabalhamos com vidas”.
Ainda, Flávia destaca o avanço das políticas públicas e legislações brasileiras relativas à proteção das mulheres vítimas de violências, como um ponto fundamental para que mulheres e homens possam caminhar paritariamente para um futuro livre de qualquer tipo de preconceito ou violência contra as mulheres. “Ainda há muito o que fazer e muito para mudar, mas acredito que estamos no caminho certo”.
A atividade policial requer muito desprendimento, pois não segue uma rotina única. Ao sair de casa, os policiais se expõem a riscos variados, que requerem imensa adaptação. O relacionamento interpessoal, a habilidade em lidar com problemas e a capacidade de adaptação são fundamentais para tornar tudo mais fácil. “A fiscalização de trânsito, o atendimento de acidentes e o auxílio aos usuários da rodovia fazem parte do nosso dia a dia. É a partir daí que evoluímos para o combate ao crime, para a educação para o trânsito, para o combate à exploração do menor e das mulheres”, afirma.
Flávia considera que ainda há muito a ser feito para que seja possível alcançar uma sociedade mais justa e com menos desigualdades sociais. “Na Polícia Rodoviária Federal, enfrentamos diversas dificuldades, principalmente em relação aos interesses de outras categorias, que frequentemente tentam diminuir nossas atribuições e a importância do nosso trabalho. Entretanto, aprendi a lidar com essas adversidades e focar nos resultados para obter realização profissional e pessoal”.
Flávia começou a carreira com desafios. Antes de assumir a Chefia da Delegacia de Pato Branco, foi chefe substituta, na mesma unidade. E, agora, precisa lidar com uma série de percalços inerentes ao cargo. Para a delegada, ser ou não mulher não faz diferença para ocupar uma função complexa. O efetivo precisa respeitar a liderança da delegacia pelo cargo ocupado e pela responsabilidade que pesa sobre ele, independentemente do gênero de quem está no comando. “O desrespeito a uma mulher delegada não é o desrespeito à mulher, é, antes de tudo, à função exercida. Porém, nunca senti que alguém duvidou da minha capacidade por ser mulher. Sinto questionamentos atrelados a outros fatores, mas que seriam aplicáveis a qualquer um que ocupasse o cargo”, concluiu a homenageada.
FLÁVIA DANIELLE BARROS DA SILVA
Flávia Danielle Barros da Silva nasceu em Garanhuns/PE, em 15 de março de 1974, filha de Maria Valderice Barros da Silva e Juracy Cassiano da Silva, irmã de Sérgio Henrique e Marta Andréa, casada com Fábio Américo Jesus da Silva.
Formada em Psicologia pela Universidade Católica de Pernambuco, trabalhou como psicóloga organizacional. No entanto, seu desejo de ter um trabalho mais desafiador e estável fez com que prestasse concurso público, no qual foi aprovada. Em 2012, então, ingressou na Polícia Rodoviária Federal, passando a residir em Pato Branco e contando com total apoio do esposo.
Na corporação, atuou em diversos setores, desempenhando inclusive a função de chefe substituta. Em dezembro de 2022, assumiu a chefia da Delegacia da Polícia Rodoviária Federal de Pato Branco, liderando uma equipe de quase 70 policiais, cujo objetivo principal é a prestação de um serviço de excelência à sociedade. Sob sua coordenação estão hoje três unidades operacionais, responsáveis pelo policiamento ostensivo de aproximadamente 500 quilômetros de rodovias federais, cujo propósito primordial é a redução da violência no trânsito e o combate a crimes fronteiriços, muito comuns em nossa região.
Flávia ressalta a honestidade, a empatia, a lealdade e a determinação como seus maiores valores pessoais, princípios que lhe possibilitam exercer uma atividade profissional que realmente consiga fazer a diferença na vida dos demais. “Poder ser útil e presente nos momentos mais difíceis das pessoas é muito gratificante. Muitas vezes, em situações de perdas e de vulnerabilidade, poder ajudar faz tudo valer à pena. Acima de tudo, trabalhamos com vidas”.
Ainda, Flávia destaca o avanço das políticas públicas e legislações brasileiras relativas à proteção das mulheres vítimas de violências, como um ponto fundamental para que mulheres e homens possam caminhar paritariamente para um futuro livre de qualquer tipo de preconceito ou violência contra as mulheres. “Ainda há muito o que fazer e muito para mudar, mas acredito que estamos no caminho certo”.
A atividade policial requer muito desprendimento, pois não segue uma rotina única. Ao sair de casa, os policiais se expõem a riscos variados, que requerem imensa adaptação. O relacionamento interpessoal, a habilidade em lidar com problemas e a capacidade de adaptação são fundamentais para tornar tudo mais fácil. “A fiscalização de trânsito, o atendimento de acidentes e o auxílio aos usuários da rodovia fazem parte do nosso dia a dia. É a partir daí que evoluímos para o combate ao crime, para a educação para o trânsito, para o combate à exploração do menor e das mulheres”, afirma.
Flávia considera que ainda há muito a ser feito para que seja possível alcançar uma sociedade mais justa e com menos desigualdades sociais. “Na Polícia Rodoviária Federal, enfrentamos diversas dificuldades, principalmente em relação aos interesses de outras categorias, que frequentemente tentam diminuir nossas atribuições e a importância do nosso trabalho. Entretanto, aprendi a lidar com essas adversidades e focar nos resultados para obter realização profissional e pessoal”.
Flávia começou a carreira com desafios. Antes de assumir a Chefia da Delegacia de Pato Branco, foi chefe substituta, na mesma unidade. E, agora, precisa lidar com uma série de percalços inerentes ao cargo. Para a delegada, ser ou não mulher não faz diferença para ocupar uma função complexa. O efetivo precisa respeitar a liderança da delegacia pelo cargo ocupado e pela responsabilidade que pesa sobre ele, independentemente do gênero de quem está no comando. “O desrespeito a uma mulher delegada não é o desrespeito à mulher, é, antes de tudo, à função exercida. Porém, nunca senti que alguém duvidou da minha capacidade por ser mulher. Sinto questionamentos atrelados a outros fatores, mas que seriam aplicáveis a qualquer um que ocupasse o cargo”, concluiu a homenageada.
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