Projeto de Lei Ordinária nº 174 de 2022
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2022
Número
174
Data de Apresentação
05/10/2022
Número do Protocolo
2602
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 174/2022
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
Denomina via pública “Maria Líbera Silvério”.
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Denomina via pública “Maria Líbera Silvério”.
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina via pública “Maria Líbera Silvério”.
Indexação
(via pública localizada no Loteamento Monte Belo II, Bairro Industrial, Pato Branco, Paraná)
Observação
Após leitura em plenário este projeto não foi encaminhado para a Procuradoria Legislativa em virtude da Licença Especial concedida através da PORTARIA Nº 60, DE 23 DE SETEMBRO DE 2022, nos termos do artigo 24 da Lei Municipal nº 4.057, de 28 de junho de 2013, ao servidor público municipal Luciano Beltrame, ocupante do cargo efetivo de Procurador Legislativo, a ser usufruída a partir do dia 26 de setembro de 2022 até 26 de outubro de 2022.
BIOGRAFIA MARIA LÍBERA SILVÉRIO
Dona Maria Líbera Silvério nasceu em Erexim-RS, no dia 05 de junho de 1936, filha de Guilherme Arisi e Angelina Arisi, foi casada com Osvaldo Silverio agricultor e industrial (nascimento 21 de junho de 1933, falecimento:17/09/1999), filho de Sebastião Silverio e Noêmia Silverio. O casal Osvaldo e Maria Líbera, vieram morar em Pato Branco no ano de 1954, vivendo neste município até os seus falecimentos.
Maria Líbera Silverio, desde tenra idade teve uma vida voltada para responsabilidades e renúncias. Aos 06 (seis) anos de idade ia a cavalo até o moinho para comprar farinha para sua mãe fazer pão. Mesmo sendo criança, tinha que cuidar de seus cinco irmãos (Lurdes, José, Jair, Ivone e Salete). Sua infância e adolescência, foi vivida no município de Xaxim-SC, resumindo-se em ajudar nas atividades do lar. Frequentou a escola até completar o ensino primário. Casou-se aos 17 anos (1953), nesta mesma cidade. Posteriormente, em 1954, mudou-se com seu esposo para o município de Pato Branco, no ano seguinte deu à luz a seu primeiro filho, o Luiz Carlos.
Dona Maria” levou uma vida simples, totalmente dedicada ao esposo e aos seus 10 filhos: Luiz Carlos, José Alberto, Antônio Cecílio, João Fernandes, Maria Salete, Eugênio Tadeu, Marialice, Noemi Solange, Rosimari e Guilherme Sebastião que foi eleito vereador entre o período de 2005 a 2016.
No inverno, quando seus filhos eram crianças pequenas, ela mesmo fazia suas roupinhas com saco de algodão, confeccionava cobertas com lã de ovelha e travesseiros de pena de ganso. Com esmero, temendo que seus filhos passassem frio, aquecia-os ao redor do fogão a lenha, ao mesmo tempo que fazia comidas quentinhas e saborosas.
Maria, devotou-se por cada um de seus filhos dia e noite “como a águia desperta o seu ninho, adeja sobre os seus filhos e, estendendo as suas asas, toma-os, e os leva sobre as suas asas” (Deuteronômio 32:11).
Mulher muito atenta as injustiças sociais, segundo ela, é direito de todo ser humano o de se alimentar dignamente, de ter acesso a saúde e um lar para se proteger das intempéries. Alicerçada neste pensamento, ajudou a todos que bateram à porta de sua casa, seja com alimento, agasalho, sobretudo afeto.
Maria Líbera Silvério, foi amada, respeitada e admirada pelo seu pai, mãe e irmãos, muito amada pelo seu querido esposo, filhos, noras, genros e netos. Foi também amada e bem-querida pela sua Comunidade Religiosa Cristã, e do mesmo modo pelos seus vizinhos.
Esta querida mulher viveu seus 69 anos dignamente até o fim. Ela louvou Jesus pela última vez aqui na existência terrena, na madrugada do dia 05 de março de 2005, poucas horas antes de partir para eternidade.
Estou só, posso ouvir a tua voz. Meu coração é teu, quero em teus braços descansar. Sou teu filho, e é bom estar contigo como um filho. Que sente a presença do pai ao seu redor. (Composição: Pr. Cris Batiston).
Dona Maria Líbera Silvério faleceu no dia 18 de março de 2005 tendo como causa de sua morte - morte súbita.
BIOGRAFIA MARIA LÍBERA SILVÉRIO
Dona Maria Líbera Silvério nasceu em Erexim-RS, no dia 05 de junho de 1936, filha de Guilherme Arisi e Angelina Arisi, foi casada com Osvaldo Silverio agricultor e industrial (nascimento 21 de junho de 1933, falecimento:17/09/1999), filho de Sebastião Silverio e Noêmia Silverio. O casal Osvaldo e Maria Líbera, vieram morar em Pato Branco no ano de 1954, vivendo neste município até os seus falecimentos.
Maria Líbera Silverio, desde tenra idade teve uma vida voltada para responsabilidades e renúncias. Aos 06 (seis) anos de idade ia a cavalo até o moinho para comprar farinha para sua mãe fazer pão. Mesmo sendo criança, tinha que cuidar de seus cinco irmãos (Lurdes, José, Jair, Ivone e Salete). Sua infância e adolescência, foi vivida no município de Xaxim-SC, resumindo-se em ajudar nas atividades do lar. Frequentou a escola até completar o ensino primário. Casou-se aos 17 anos (1953), nesta mesma cidade. Posteriormente, em 1954, mudou-se com seu esposo para o município de Pato Branco, no ano seguinte deu à luz a seu primeiro filho, o Luiz Carlos.
Dona Maria” levou uma vida simples, totalmente dedicada ao esposo e aos seus 10 filhos: Luiz Carlos, José Alberto, Antônio Cecílio, João Fernandes, Maria Salete, Eugênio Tadeu, Marialice, Noemi Solange, Rosimari e Guilherme Sebastião que foi eleito vereador entre o período de 2005 a 2016.
No inverno, quando seus filhos eram crianças pequenas, ela mesmo fazia suas roupinhas com saco de algodão, confeccionava cobertas com lã de ovelha e travesseiros de pena de ganso. Com esmero, temendo que seus filhos passassem frio, aquecia-os ao redor do fogão a lenha, ao mesmo tempo que fazia comidas quentinhas e saborosas.
Maria, devotou-se por cada um de seus filhos dia e noite “como a águia desperta o seu ninho, adeja sobre os seus filhos e, estendendo as suas asas, toma-os, e os leva sobre as suas asas” (Deuteronômio 32:11).
Mulher muito atenta as injustiças sociais, segundo ela, é direito de todo ser humano o de se alimentar dignamente, de ter acesso a saúde e um lar para se proteger das intempéries. Alicerçada neste pensamento, ajudou a todos que bateram à porta de sua casa, seja com alimento, agasalho, sobretudo afeto.
Maria Líbera Silvério, foi amada, respeitada e admirada pelo seu pai, mãe e irmãos, muito amada pelo seu querido esposo, filhos, noras, genros e netos. Foi também amada e bem-querida pela sua Comunidade Religiosa Cristã, e do mesmo modo pelos seus vizinhos.
Esta querida mulher viveu seus 69 anos dignamente até o fim. Ela louvou Jesus pela última vez aqui na existência terrena, na madrugada do dia 05 de março de 2005, poucas horas antes de partir para eternidade.
Estou só, posso ouvir a tua voz. Meu coração é teu, quero em teus braços descansar. Sou teu filho, e é bom estar contigo como um filho. Que sente a presença do pai ao seu redor. (Composição: Pr. Cris Batiston).
Dona Maria Líbera Silvério faleceu no dia 18 de março de 2005 tendo como causa de sua morte - morte súbita.
Norma Jurídica Relacionada