Projeto de Lei Ordinária nº 171 de 2024
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Lei Ordinária
Ano
2024
Número
171
Data de Apresentação
03/12/2024
Número do Protocolo
3443
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
- 171/2024
Matéria Anexada
Outras Informações
Apelido
Denomina via pública de “Guilherme Rampi”.
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Denomina de “Guilherme Rampi” a via pública situada no Loteamento Vale Verde, próximo a Estrada Municipal Irineu Bertani,
Regime Tramitação
Regime Normal
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Denomina via pública de “Guilherme Rampi”.
Indexação
Fica denominada de “Guilherme Rampi” a via pública situada no Loteamento Vale Verde, próximo a Estrada Municipal Irineu Bertani, no Município de Pato Branco, Paraná.
BIOGRAFIA “GUILHERME RAMPI”
Filho de Pedro Rampi e Thereza Sanson, Guilherme Rampi nasceu em 29 de junho de 1929 na cidade de Veranópolis – RS onde casou com Italina Maria Viecilli. O casal ao longo dos anos de casados, teve 5 filhos, Geni Maria Rampi, que infelizmente faleceu ainda criança devido a problemas de saúde, Clecy Maria Rampi, Ildo José Rampi, João Carlos Rampi e Jostina Inês Rampi. Avô amoroso de 4 netos e 1 bisneta.
No ano de 1955 veio ao Paraná com sua família, primeiramente em Medianeira onde residiu por pouco tempo, pois logo Guilherme recebeu uma proposta do empresário Teófilo Petrycoski para trabalhar em sua fábrica, a Fogões Petrycoski que atualmente chama-se Atlas, onde trabalhou por muitos anos.
Em meados de 1960, Guilherme fundou sua própria funilaria, sendo a primeira de Pato Branco, denominada Funilaria Guilherme Rampi, a qual mais tarde se tornou a Metalúrgica Rampi, que teve ativa participação na construção da igreja Matriz São Pedro Apóstolo, principalmente na parte do escoamento de águas pluviais.
Guilherme era grande torcedor do antigo time Palmeiras de Pato Branco e teve ativa participação na construção do estádio Os Pioneiros, do qual foi também membro da diretoria.
Era uma pessoa de bondade ímpar, muitíssimo querido por todos que o conheciam. Paciente, caridoso e amigo de todos. Nunca negou ajuda a quem precisava.
Guilherme Rampi faleceu em Pato Branco em 24 de novembro de 2006, devido a falência múltipla de órgãos provocado pela diabetes.
BIOGRAFIA “GUILHERME RAMPI”
Filho de Pedro Rampi e Thereza Sanson, Guilherme Rampi nasceu em 29 de junho de 1929 na cidade de Veranópolis – RS onde casou com Italina Maria Viecilli. O casal ao longo dos anos de casados, teve 5 filhos, Geni Maria Rampi, que infelizmente faleceu ainda criança devido a problemas de saúde, Clecy Maria Rampi, Ildo José Rampi, João Carlos Rampi e Jostina Inês Rampi. Avô amoroso de 4 netos e 1 bisneta.
No ano de 1955 veio ao Paraná com sua família, primeiramente em Medianeira onde residiu por pouco tempo, pois logo Guilherme recebeu uma proposta do empresário Teófilo Petrycoski para trabalhar em sua fábrica, a Fogões Petrycoski que atualmente chama-se Atlas, onde trabalhou por muitos anos.
Em meados de 1960, Guilherme fundou sua própria funilaria, sendo a primeira de Pato Branco, denominada Funilaria Guilherme Rampi, a qual mais tarde se tornou a Metalúrgica Rampi, que teve ativa participação na construção da igreja Matriz São Pedro Apóstolo, principalmente na parte do escoamento de águas pluviais.
Guilherme era grande torcedor do antigo time Palmeiras de Pato Branco e teve ativa participação na construção do estádio Os Pioneiros, do qual foi também membro da diretoria.
Era uma pessoa de bondade ímpar, muitíssimo querido por todos que o conheciam. Paciente, caridoso e amigo de todos. Nunca negou ajuda a quem precisava.
Guilherme Rampi faleceu em Pato Branco em 24 de novembro de 2006, devido a falência múltipla de órgãos provocado pela diabetes.
Observação
Norma Jurídica Relacionada